| O coletor de escape é um componente fundamental na composição de um kit turbo. Suas características determinarão a turbina a ser utilizada, bem como o tipo de válvula a ele aplicada. Isso porque o padrão de fixação da turbina, bem como o da válvula, deverão ser compatíveis com o coletor escolhido. Dependendo do fabricante, esses padrões poderão variar (como exemplo, citamos o turbo KKK - modelo K16 - e alguns turbos fabricados pela Mitsubishi, que utilizam padrões de fixação próprios). Abaixo, alguns exemplos de padrões de fixação utilizados pela SPA Turbo. |
| Fixação turbina / coletor |
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Fixação válvula / coletor - SAIBA MAIS |
Padrão T4
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Padrão "i"
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Padrão T3
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Padrão "L"

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Padrão T2
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Padrão "S"

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O projeto de um coletor já contempla sua disposição no cofre do motor e,consequentemente, o coletor determinará o posicionamento do sistema de pressurização e da saída de escapamento (componentes que fazem a ligação entre a turbina e o motor). A SPA Turbo fabrica e comercializa coletores para turbo há mais de 20 anos e a valiosa experiência adquirida nesse tempo, permitiu a criação de uma linha de coletores capaz de atender às mais diversas aplicações. Utilizando tecnologia de ponta e matéria prima especial (liga de metais com fórmula exclusiva), a SPA Turbo produz atualmente mais de 100 modelos de coletores em ferro fundido, com dimensionamento adequado dos dutos para cada tipo de aplicação e que oferecem excelente desempenho, comparável à performance que antes era obtida somente pelos coletores tubulares. Todos os modelos são desenvolvidos a partir de modernas ferramentas, entre elas o software Win Flow (sistema digital de medição de fluxo) que, utilizado em conjunto com a bancada de fluxo Superflow 1020, possibilita projetos precisos. Os modelos destinados à aplicação em veículos de alta performance atendem aos padrões internacionais de qualidade, suportam os vários tipos de combustível utilizados nas competições de automóveis e ainda possuem função de atenuação da pulsação dos gases. Por essa razão, a SPA Turbo vem exportando seus coletores para países do mundo todo, atendendo, inclusive, os mercados mais exigentes como E.U.A. e Europa, com excelente aceitação. Desde 2004, os coletores SPA Turbo vêm obtendo excelentes performances nas famosas “righ way no speed limit” da Alemanha, rodovias que não impõem limites de velocidade e por onde os veículos rodam em regime de potência máxima durante horas, submetendo seus componentes a condições extremas de utilização( www.hg-motorsport.de e www.spaturbousa.com) .
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Estudo de fluxo/ coletor TMW01


Bancada de fluxo SUPERFLOW 1020 / TMW14


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Coletores produzidos em ferro fundido apresentam muitas vantagens, entre elas maior durabilidade. O processo de fundição de um coletor é complexo e utiliza ferramental específico, composto basicamente por fôrmas de metal (placas de fundição que darão origem aos moldes do perfil externo) e uma caixa de macho (molde que produz um modelo denominado “macho”, cuja função é definir uma cavidade ou espaço vazio no interior da peça fundida; no caso de um coletor, o macho servirá para moldar seus dutos). Cada modelo de coletor possui seu macho e suas placas de fundição específicos. Dependendo da complexidade do modelo do coletor, pode ser necessário utilizar mais de um macho para a produção da peça fundida. Os coletores pulsativos, por exemplo, possuem dois machos, pois conduzem separadamente os fluxos dos cilindros gêmeos - SAIBA MAIS.
A seguir, uma descrição bem simplificada da fabricação de um coletor, utilizando processo de fundição denominado Shell Molding (moldagem por casca). As placas de fundição dão origem aos moldes de areia que definirão o perfil externo do coletor (esses moldes assemelham-se a “cascas” com cavidades internas que correspondem ao formato externo do coletor a ser produzido). Os machos, por sua vez, são produzidos por meio de caixas de macho, preenchidas com material arenoso que se solidifica em pouco tempo, dando origem ao molde dos dutos internos. A seguir, o macho é posicionado entre as duas cascas que, unidas, formam o molde completo (caixa-molde). Como o macho não preenche totalmente a cavidade interna das cascas, forma-se um “canal” ao redor do macho; a liga fundida (material liquefeito) é então derramada no interior da caixa-molde e percorre esse canal, fluindo em volta do macho. Após solidificação do ferro, as cascas e o macho de areia solidificada são removidos, dando origem à peça final, com perfil externo e dutos internos moldados de acordo com o ferramental utilizado.Vale lembrar que o material arenoso empregado para a obtenção dos moldes (cascas e macho) não se dissolvem em contato com o ferro fundido, porém são quebráveis e facilmente removidos ao final do processo de fundição. Assim, por meio de ferramentas e recursos adequados, o material arenoso não deixa vestígios na peça fundida. Finalmente, o coletor bruto recebe serviço de usinagem ( furos , roscas e faces de fixação) e passa pelo controle de qualidade. Após aprovação, estará pronto para comercialização. É importante ressaltar que o projeto dos machos é fundamental na produção de um coletor e deve ser cuidadosamente desenvolvido, afinal, ele dará origem aos dutos de passagem dos gases.O processo acima descrito é o mesmo utilizado na F-1, Nascar e F-Indy para produção de peças fundidas (incluindo blocos de motor, cabeçotes etc). A diferença é que, nessas aplicações, além dos serviços de acabamento normais realizados nos machos (acerto de imperfeições para obtenção das formas desejadas), os fabricantes e preparadores ainda fazem com que o macho receba acabamento adicional, com desbaste e aplicação de lixa realizados por processo artesanal visando os mínimos detalhes, objetivando obtenção das formas não apenas desejadas, mas perfeitas. Na produção em série, porém, esse cuidado elevaria demais o custo de cada peça e faria com que o preço final do componente se tornasse impraticável no mercado.
Acompanhe a produção de bloco de motor da Ferrari em registro realizado pelo NATIONAL GEOGRAPHIC CHANNEL
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Placas de fundição


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Caixas de macho / machos TMH02 - Honda B16

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Caixas de molde
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A escolha das dimensões do coletor influenciará diretamente na potência e na faixa de torque obtidas ao final do projeto de preparação. Coletores mal dimensionados causarão restrição à potência e ao fluxo, provocando, entre outros problemas, o superaquecimento dos gases de escape, o que será prejudicial ao motor. Preparações que tem por objetivo o aumento da potência em torno de 50% (em relação à potência original), buscam respostas de turbo rápidas (baixo LAG - tempo consumido para que a turbina crie pressão). Para tanto, os gases devem percorrer os dutos do coletor com velocidade suficiente, atingindo a turbina sem perda de velocidade e temperatura. Um coletor com dimensões um pouco maiores em relação ao coletor original do veículo pode atender este tipo de preparação.Já os projetos para veículos que deverão gerar alta potência devem utilizar coletores capazes de proporcionar alto fluxo, com dutos adequados ao grande volume de gases. Lembre-se de que o coletor de escape trabalha integrado ao cabeçote e sua configuração está diretamente ligada à relação fluxo de admissão X escape. Essa relação pode ser alterada de acordo com o coletor escolhido. Antes da escolha do coletor ideal é necessário, também, analisar outros fatores, como a cilindrada e o número de válvulas do motor, o tipo de combustível a ser utilizado e o objetivo da preparação.
A fim de facilitar a escolha do coletor ideal ao seu projeto, estamos disponibilizando arquivos com imagens e dimensões dos machos dos coletores SPA, atitude pioneira no segmento de componentes de alta performance.
Clique aqui para comparar fluxo de coletores SPA para motores VW AP.
A SPA Turbo também convida você a visitar nossa sede e conhecer de perto os moldes internos utilizados na fabricação de nossos coletores.
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Macho / coletor SPA TMA02

Macho / coletor SPA TMA03
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